‘’Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.’’
(Source: gerando-rap, via milanez-a)
(Anna senta num café, pega seu maço de cigarros)
Anna: Droga, meu isqueiro acabo logo agora.
(O cara da mesa ao lado levanta-se e diz)
Brian: Quer que eu acenda?
Anna: Ah… Obrigada!
Brian: Posso me sentar?
Anna: Sim…
Brian: Marlboro light, seu preferido não é?
Anna: É sim.
Brian: Você continua linda.
(Silêncio)
Anna: Não te conheço de algum lugar?
Brian: Talvez…
Anna: Qual seu nome?
Brian: Meu nome é Brian.
Anna: Realmente me é familiar.
Brian: O mundo é pequeno Anna…
Anna: Como sabe meu nome? Eu devo te conhecer, é que desde…
Brian: Desde o seu acidente?
Anna: Você tem uma bola de cristal ai?
Brian: Não, não hahaha. Reparei na sua cicatriz.
Anna: Ah… E que desde o meu acidente, não consigo lembrar de alguns lugares ou pessoas.
Brian: Entendo…
Anna: Então… Eu… Eu te conheço?
Brian: Eu costumava ser seu namorado.
(Source: pequenoromeu, via psico-se)
(via cartasparasuajulieta)
(via clarissacastro)